de pé encaro o pavor de estar indelimitada. não há fronteira entre eu e o que está fora de mim.
sou uma subjetividade sem forma.
sim, terei a coragem não inventar alguma de antemão. que ela se estabeleça como uma crosta que por si mesma endurece.
rígida e sem fôlego.
mal disposta e mal colocada. inadequada, partida, parida.
.:.
resignada sei que dessa avalanche há que de emergir algum sentido.
e desses cacos, pedaços e retalhos restará uma sobrevida.
sábado, 31 de outubro de 2009
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