
ela tinha razão, o não-envolvimento chegara em doses homeopáticas.
e chegara na precisa medida em que cada momento lembrado se dissolvia naquela torrente de subjetividade.
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nadava tranqüila. aprendeu que não há particular importância de qualquer envolvimento que não possa ser dissolvida, à milésima parte, nessa torrente de subjetividade. assim, o que resta é a memória do princípio ativo dos envolvimentos particulares, homeopáticamente adquiridos.
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