o raciocínio era simples:
a proximidade dela era inversamente proporcional a proximidade dele.
se ela estivesse perto, ele estaria longe.
a distância dele deixava tudo mais calmo.
mas deixava também uma sensação leve e constante de falta.
tudo ficava um pouco triste.
se ela estava perto, ele voltaria a ficar longe?
sentiu um aperto no peito de pensar nisso.
de repente sentiu muito medo.
e começou a se torturar com todas as possibilidades de proximidade entre eles.
medrosa, covarde e insegura.
e sofrendo da síndrome da constante insatisfação.
.:.
perto ou longe?
preferia perto, bem perto.
terça-feira, 6 de julho de 2010
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